quinta-feira, 6 de junho de 2013

Engenho do Ferreiro Torto - texto retirado da net

O Engenho do Ferreiro Torto, Foi o segundo Engenho da Capitania do Rio Grande, construído no século XVII, inicialmente tinha o nome de Engenho Potengi, Pertenceu a Francisco Coelho, segundo as sesmarias concedidas ao mesmo de 1602 a 1611 (Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, sob os números 42, 104, 143 e 171, Volume VII).
Foi nesse local onde os holandeses com os índios  Janduís, atacaram o engenho, onde vitimaram o Cap. Francisco Coelho e toda sua família, além de 60 pessoas que nele haviam se refugiado, praticando ali todos atos de crueldade.
O Ferreiro Torto  permaneceu desabitado por vários anos. Em  1845, o Cel. Estevam José Barbosa de Moura herdou a propriedade do Ferreiro Torto. Dois anos depois, em 1847, o Cel. Estevam derrubou as antigas construções de taipa existentes, e construiu o atual casarão, denominando-o de Solar do Ferreiro Torto..
No final da segunda metade do século XIX, o Ferreiro Torto foi vendido e passou a ser proprietário da família Vasconcelos Chaves, onde nasceu em 1875 o notável penalogista Dr. João Chaves.
Anos depois, o Ferreiro Torto passou novamente a pertencer a outro Francisco Coelho, que procedia de Macau.
No início do século passado, a propriedade pertenceu a Bruno Pereira.
O último proprietário do Solar Ferreiro Torto foi a viúva Machado. Na década de 1980, o Solar foi restaurado para se tornar a sede do Poder Executivo do Município, o que, infelizmente, modificou a estrutura original do prédio.
Nos dias atuais, o Solar do Ferreiro Torto, tombado pela Fundação José Augusto, guarda em seus aposentos a história do Município de Macaíba.




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